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Família muda e vende tudo
Diletos Plebeus.
A partir de hoje este que vos escreve atende em outro endereço. Por favor, dirijam-se ao endereço www.oimperador.blogspot.com.
Atentem ao artigo "O" antes do título. Megalomania é pouco, disse Dr. Freud.
Minha gratidão aos que durante tanto tempo me acompanharam por estas bandas.
César os saúda! Saúdem César!

Escrito por O Imperador às 11h56
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As damas do Conjunto Nacional
Dia desses Dona Lula e Palóffia discutiam a eleição para novo sub-síndico do prédio. Como Dona Lula é a síndica e Dona Palóffia é da área financeira, a coisa quase partiu para as paneladas:
- Palóffia, eu preciso liberar uma grana, dar um desconto para o pessoal no condomínio. A Alda tem que ganhar a eleição de sub-sindica. Se aquela sirigaita da Michelle vencer, ou mesmo a Nonâ, estamos numa enrascada de corar a Josefa Dircéia do 171. - Mas Lula, eu falava com a Delfina... - Tú também vives de assunto com a Gorda. Lembra dela não, quando trabalhou nas finanças pra Médicia? - Claro que lembro... a gente fazia piquete ali com os meninos. Dava cada bobagem de liberdade, de socialismo, essas coisas de jovens malucas. - Pois então, agora rezas pela cartilha da Delfina, Palóffia? - Ah, mas é que aquela gringa que veio aqui outro dia, lá do outro prédio, o States, disse que a Quitanda gosta muito de mim Lula, que eu sou lúcida! - Ô Palóffia... a Lúcida já morreu faz tempo, não fala no nome dela não. - Valha-me Deus Lula... que a Lúcida descanse em paz... - Mas então, vai ou não ter desconto no condomínio? Ou queres que a eleição fique igual à da Phavela dos Trabalhadores, toda desorganizada? - Valha-me Deus Lula, fale nesse nome não...
Escrito por O Imperador às 13h17
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Da série "Grandes Testemunhos do Orkut Para Grandes Inimigos da Humanidade"
"Olá Judas! Júlio escreveu um testemunho para você"
Quando conheci de verdade Judas, coisa além dos "e ae mano" das reuniões apostólicas, ele tinha parado no bar. Dizia estar a caminho do Jardim das Oliveiras e precisava de um forte (um rabo de galo de invejar outro grande ébrio da época, Herodes) para dar uma notícia a um grande amigo. Achei que era o Pedrão, que ia contar da Madalena. Como o senso jornalístico/curioso pede, aproximei-me do balcão e me fiz de velho conhecido. Judas então relatou que trairia um amigo em comum, o Jesus, grande figura. Disse que os tempos estavam díficeis, que o Ministro da Economia de Jerusalém, o romano Delfinus Calhordus, tinha apertado as coisas por lá. Por isso era essencial os trinta dinheiros.
Condoído com a coisa toda, ofereci-me para ser o mensageiro da parada, mas Judas disse que não, não ia "pagar cerveja pra vagabundo em troca de favores". Recordei ele que dividíamos uns vinhos e uns quitutes da Dona Maria, a mãe do Jesus - durante as reuniões apostólicas - enquanto o restante do grupo olhava ele de soslaio. Ele insistiu, disse que não. Saí do boteco chamando ele de pelegão, Caifás e José Dirceu, mas confesso que estava extremamente interessado em descobrir mais sobre o figura. E também interessado nas cervas que os trinta dinheiros poderiam comprar.
Lembrei-me também de uma vez que jogamos contra o time da Galiléia e que Judas era banco. Sempre bondoso para com o semelhante pois seguia as ordens do capitão do nosso time, cedi meu lugar para que Judas jogasse o segundo tempo da partida, e ele nem agradeceu. Conversando com o João Batistuta, depois do futiba, descobri que Judas era doido para pegar a Madalena, e como a moça prestava serviços para a turma do futebol, perguntei se ela topava. A resposta da Mada foi curta: nem por vinte e nove dinheiros!
Taí, ainda dava pra comprar um Marlboro com o um dinheiro de troco, se a Mada aceitasse.
Dias depois, vi Judas novamente. Estava pendurado numa árvore, com a corda no pescoço, literalmente. E tudo isso por causa do Delfinus Calhordus e da cerveja recusada. Toma pelegão, Caifás, Zé Dirceu!
PS: Título de post gentilmente cedido pela Fê. Obrigado amor.
Escrito por O Imperador às 14h46
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Pequenos infantes, sadios e grimpantes
Lá em casa, quando meus sobrinhos David e Golias (ops, Dennis), brigam, as coisas ficam assim:
David: - Ah é, e aquele dia que você levou figurinha pra escola, escondido da mãe?
Dennis: - E você, que cabulou aula pra ficar assistindo filmes com seus amigos?
E a chinela come solta para todos os lados.
O depoimento do homem mais pilantra que o mundo já produziu, Daniel Dantas (nome de ator, como bem lembrou minha linda, a Fê), foi assim. Impressiona, choca, deixa atônito a capacidade dos nossos deputados e senadores em falarem bobagem, questionarem tão profundamente quanto o "Encontro Anual dos Adoradores da Vaquinha de Plástico da Paulista".
De lá, aproveitavel mesmo, por mais sádico que seja, são as acusações, iguais as dos meus sobrinhos, acima narradas. Como ontem por exemplo. A certa altura, para quem ainda não correu atrás dos fatos, o Deputado do PT de Roraima, Eduardo Valverde, resolveu defender o governo. João Fontes e Helô Helena, so PSol, começaram a chama o PT de "Partido da Corrupção". Seguindo a escola Davidgoliana (ops, denniana), Valverde começou: - O senhor foi expulso do PT porque trabalhou para oligarquias em Sergipe [para Fontes]. E a senhora foi expulsa do PT porque votou contra a cassação do [senador] Luiz Estevão! O ACM, inimigo político da senhora, disse que a senhora transou com ele.
Daí foi Helô tentando enfiar uma caneta no olho de Valverde, Fontes dando tapas no ar e o Dantas rindo enquanto o deputado Arnaldo Faria de Sá dizia "deixa, deixa...", para os seguranças da casa.
Mais tarde, ACM "Chaveirinho da Maldade" Neto disse que se trata do "governo mais corrupto da história do País", ao que Fernando Ferro, ao PT de Pernambuco, rebateu: - A família ACM entende de corrupção, pode falar de cátedra.
Do depoimento de Dantas, nada de aproveitou. Afinal tratar da vida sexual da Helô, da família Do-Re-Mi ou sei-lá-mais-o-quê era o importante.
E a chinela come solta para a gente.
Escrito por O Imperador às 13h12
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Em se plantando, tudo dá...
Disse Pero Vaz, se a memória das aulas de história não morreu. Estava eu a caminho do Aeroporto Deputado (olhem só!) Luiz Eduardo Magalhães, filho do Toninho Malvado, quando vi um areal. Intrigado, confirmei com o motorista de táxi se tratava-se mesmo de areia, o que ele confirmou. Perguntei por que diabos crescia plantas no local e ele respondeu, de forma deveras Greenpeace:
- É a natureza, né?
A única coisa que lembro bem de Salvador, terra de sol e umidade relativa do ar batendo em 90%. Para quem é de Sampa, é como uma lagoa flutuante.
PS: Minha linda, a Fê, muito bem lembrou: o cenário lembrava a chegada de Tieta, cabritas e tal. O horror, Coronel Kurtz, o horror!
Agora é fato: eu tenho um taco de sinuca. Com minha própria luva para prática da arte e meu próprio giz. Porém Dona Rose reclamou do nome dado, Stálin, por tratar-se de figura sórdida na história. Assim, sendo o Imperador uma figura deveras democrática, realizar-se-á (uia!) plebiscito neste espaço para a escolha do nome do figura.
Stálin, Mao Tsé, Pol Pot: mata comunista, judeu, alemão, russo, chinês, qualquer coisa que esteja na alça de mira. Inclusive as bolas de sinuca.
Bob English, Bill Munny, Little Bill Dagget: quem assistiu ao filme "Os imperdoáveis", jamais esquece estes nomes.
Steven Seagal, Charles Bronson, Stallone Cobra: Assassinos profissionais, no mercy!
Henry Goddorf, Johnny Hooker, Maverick: os trapaceiros do "Golpe de Mestre", e o mestre dos golpes no filme homônimo.
Darth Vader: ele é preto e implacável, tal qual o outro lado da Força.
Pequeno Gafanhoto, Espada Quebrada, Bruce Lee, Pai Mei: tranqüilo e infalível (Caetano?) como os mestres das artes marciais.
Eddie Felson: o cracaço de sinuca do filme "A Cor do Dinheiro".
Bill: auto explicativo.
Havana: Indicado pela Dona Rose.
León, Lee Oswald, Mark Chapman, John Wilkes Booth, Ali Agca: o primeiro matava no cinema, no filme "O profissional". O restante, pela ordem, desferiram tiros em JFK, no Lennon, no Lincoln e no Papa João Paulo II.
Dura Lex Sed Lex: a lei é dura, mas é a lei. E é por lei que Júnior sempre perde todas.
Votem e participem da festa da democracia (putz grila!), meu povo!
Escrito por O Imperador às 12h54
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"Joga pedra no Genô". Ou talvez, "vai com ele, vai Genô". Quem sabe até "ele dá pra qualquer um, maldito Genô"
Bom, eu não vou fazer como a Marilena, porque já passaram faz tempo. Mas temos de concordar que o depoimento do Genô foi histórico em dois aspectos: Jair Bolsonaro e a deputada da favela.
No primeiro, uma figuraça o milico. Encare a CPI como se fosse seu tempo de colégio. Bolsonaro seria aquele aluno que sempre prega a peça mais legal da sala. Os nerds, os descolados, os zoeiras, ninguém gosta dele. Mas todo mundo sempre ri quando ele resolve aprontar suas estripulias. Agora, se você vier me dizer que ele faz aquilo de forma séria, eu mando internar o filho duma quenga prenha.
Já a ex-deputada Raquel Cândido é um caso a ser estudado pelas ciências ocultas. Raquel foi cassada à época da CPI do Orçamento, aquela onde o findado deputado - e graças a Marx hoje finado - João Alves ganhou inúmeras vezes na Loteria.
Pois bem, Raquel diz que foi cassada injustamente, e que seu algoz foi o Genô. Por isso ontem, a hoje envangélica que reside numa favela em Planaltina resolveu ir ver seu Caifás pagar pelo sangue dos inocentes derramado anos atrás (carola, carola). Falava aos jornais sobre Justiça Divina, que Genô colhe o que havia plantado, que duas andorinhas não fazem verão. Mas vale atentar mesmo é que ela é uma ex-deputada que mora na favela, e como tantos favelados, sonha em ganhar na loteria. Mais uma vez.
Isso, em tempos de Maluf na prisão, só pode ser considerado como um prenúncio do Apocalipse.
Quanto ao depoimento do Genô, "joga pedra", disse o Chico.
Escrito por O Imperador às 13h31
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Subversão histórica em homenagem a mulher mais linda do mundo
Fê pede, Fê é atendida na hora.
Se Robespierre não fosse um facínora doido, a Revolução Francesa teria como lema "Liberdade, Igualdade, Fraternidade e o direito de sair da cama mais tarde nos dias frios". Tadinha da minha linda, em SC deve estar tão frio que só falta vodca e limão para transformar o Estado numa caipirinha gigante em dia de verão.
Escrito por O Imperador às 12h57
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O vizinho do Maluf
Quis o destino, caro leitor, que Maluf ficasse hospedado como meu vizinho.
Digo vizinho aquele que mora próximo da gente, que pode comprar pão na mesma padaria, ler o mesmo jornal que você na banca mais próxima. O prédio da Polícia Federal onde o Doutor Paulo está hospedado fica a alguns metros de casa. São nossos vizinhos o Cingapura (olha só, baita ironia), alguns postos de gasolina e a Ponte do Piqueri. Todos rentes à Marginal Tietê (ironia dois - a missão!). É só uma pena que Maluf não possa ir à mesma padaria que eu, ou ler os mesmos jornais que eu na banca de jornal (imagine que o índice se satisfação do Júlio subiu a níveis estratosféricos).
Mas pobre Paulo. Fico aqui acompanhando o destino do vizinho. Ontem, numa manobra de corar o James Bond, o Brimo tentou a primeira fuga. Armado de dois quibes, um pão sírio e queijo coalhada, Maluf construiu um mini-reator nuclear, capaz de gerar quarenta e sete quilotons de revolta árabe. A Agência Internacional de Energia Atômica, da ONU, descobriu a tempo o plano e o abortou. Sensibilizado com o caso, fui ver o nosso Selassié das Arábias e o mesmo me disse que ele e Flavinho vivem bem as nossas custas. Tem uma espécie de apartamento com dois quartos, TV a cabo, narguilé e Cds do Khaled.
Maluf ainda disse acreditar que isso é manobra política, uma vez que ele, homem probo, nunca aproveitou-se da vida pública para ganhar dinheiro. Disse ainda que sofreu nas maõs dos detentos, mas que graças aos guardas o coito foi bem interrompido. Ainda deu tempo para dois bordões: "Estupra mais não mata" e "eu não tenho contas no exterior".
Pobre Doutor Paulo...
Post Scriptum: ver o Severino, em cadeia nacional, falando "tóxico" daquele jeito, não tem preço.
Escrito por O Imperador às 13h34
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A very fucking best birthday!
Como é sabido, no dia Sete de Setembro comemora-se o dia da Pátria e o aniversário deste. Aliás, que aniversário. Teve encontro com a Fê, mulher dos sonhos que virou realidade, teve festa surpresa organizada pela família Macedo e amigos. Não tem como não dizer que foi o melhor aniversário de todos esse vinte e três anos de vida.
Agradecimentos especiais à mamãe e família, Fê, Lelê, Dona Rose, Seu Fausto, Luquinhas, Maria, Júnior, Claudinha, Silveira, Cláudia, Nando, Bia, Mariana, Eduardo, Daygo, Paulinho, Éricota, Miltim, Juliana, Vanessa, Trops e as pessoas que deram parabéns via orkut, messenger, sinal de fumaça, enfim. Obrigado a todos os citados (e os que esqueci, me desculpem, vocês também estão nesse rol) por fazerem parte da minha vida.
E para fazer inveja, a lista de presentes:
Da Fê três CD's com o melhor dos cancioneiros nacionais (Ounnnnnnnnnnn, tem "com açúcar, com afeto, fiz teu doce predileto"). Da Lelê, o magnifico box do star Wars (foda, foda e foda!). Da Dona Rose uma camisa (ano que vem ela prometeu que será da cor fúcscia) De mamãe cuecas (baita clichezão...hehehehehehe) Da Bia um DVD com cinco episódios sensacionais dos Simpsons (definição da Bia: "é bobo, achei tua cara." Acertou na mosca). Do Silveira os filmes "O declinio do império americano" e "As invasões bárbaras" (manja da sétima arte muito o caro Silveira) Do Júnior o vindouro taco de sinuca (caraleo!) Da Maria uma caixa de cerveja (acertou em cheio a querida japa!) Do Miltim uma revista Nova e duas garrafas de uísque (sempre um figuraça, Miltim) E acima de tudo a festa, as presenças, os parabéns e os votos de pessoas que só alegrias trazem ao aniversariante
Muito obrigado à todos.
Para fechar, um texto magnifico da Lelê.
Hoje é aniversário do Júlio Cabeção, meu melhor amigo. Daqueles caras que a gente faz irmão e que a família toda adota assim. Corinthiano. Humilde. Paciente. Bom ouvinte. Preocupado. Ansioso. Infame. Tem a maior jaca do planeta. Azarado. Culto. Lido. Vivido. Responsável. Sarcástico. Leal pra caralho! Truta forte. Lado-a-lado. Tem seus defeitos, mas no aniversário dele a gente finge que não vê. Julião, acho que eu sou uma das pessoas que mais torce por você nesse mundo e mais tem a te agradecer por todos os momentos em que segurou as minhas barras e se fez feliz com minhas alegrias. Todo mundo sabe o orgulho que eu tenho de ter um amigo como você. Feliz aniversário, cabeção. Seja feliz, porque senão você apanha!
Escrito por O Imperador às 14h11
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Não, o Márcio não...
Eu ainda não digeri o recado do Maluf na caixa postal do Ministro. "Aqui é Paulo...".
Aqui é Paulo um cacete! Não pode ser, não tem cabimento. Por mais diplomático que nosso ministro seja, ela não se envolveria com o Salim. E caso comprovem que ele seja pilantra, pilantra de verdade não se mete com o Salim. Já não basta o Dirça, agora me vêem com essa. Mas que cazzo de país é esse onde todo mundo leva o seu, até o povo (isso mesmo, da forma a qual você imaginou)?!?
Mas o tema não é esse. Devo confessar aqui que sou fissurado em transcrições de escutas telefônicas. Só quem curte sabe que alegria ver o Dr. Paulo soltando um "eu tô puto", ou então traficantes do Rio rindo e citando o nome do Ronaldo Fenômeno, por mais "fela da quenga" que possa ser ver graça nisso. Pensem só, se todos os grampos viessem à tona, os jornais publicariam assim:
Zé Dirceu: Duas marguerita e duas calabresa. Traz troco pra cinquenta, por favor? Severino's Rutt: Quer refrigerante grátis? Zé Dirceu: Manda... Coca, preu tomarrr com Orrrlloff...
Daí no outro dia sai que os "cinquenta" eram o valor do Mensalão, inflacionado é claro. Que o refrigerante grátis da pizzeria com nome sugestivo era a bancada do PL e que a Coca era Coca mesmo, porque o Dirça se vendeu para o neoliberalismo. Ah, Orloff diz respeito à ligação do PT com a Máfia Russa.
Ou então, duas donas de casa, uma com a língua presa, outra também com a língua presa, conversando:
Dona Lula: Mas olha fó Paloffia, fubiu de novo o prefo do feijão! Affim tenho de derrubar o hômi pra arrancar dinheiro dele! Dona Paloccia: Mas veja fó Lulinha. Se não comprar o feijão, mesmo caro, não tem como render pra todo mundo. Eu falava com a Delfina, e ela difia iffo. Sabe, juntar para repartir o bolo. Dona Lula: Paloffia, você está me confundindo toda... é bolo ou é feijão?
Auto explicativo o que sairia nos jornais do dia seguinte.
Escrito por O Imperador às 14h10
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2 dos 425 filhos de Francisco
Dizem que descobrimos que amamos uma pessoa quando sinos tocam, ou qualquer outra coisa bucólica acontece durante o beijo.Eu repilo todos os dizeres. Amor mesmo nasce quando você sai de uma sessão de 2 Filhos de Francisco feliz por estar ali com ela.
Mesmo com versos estrambólicos da dupla Daby e Dieberson, ops, Camargo e Camarguinho, ou com a "participação especial" do Jackson Antunes cantando (!!!!!), lá estava com ela, rindo do prequel dos showmícios de Zezé, do seu Francisco ter dito, após a morte do primeiro filho a fazer dupla com Zezé, que esperaria o Luciano (algum nome estranho com W) crescer. Rindo de tudo. Como Prisicila Presley e Leslie Nielsen ao saírem de uma sessão do "Full Metal Jacket", lembram?
Algo que termina com a Wanessa (Vanessa?) Camargo não pode acabar bem, disse eu. E lá estavamos torcendo para que o encontro entre Zilú e Zezé não desse certo, que alguém atrapalhasse, que o Katrina invadisse com fúria os estúdios de gravação. Que a teoria da relatividade fosse para o espaço e que a vida imitasse a arte.
Grande figura, o seu Francisco. Interpretado pelo Beija-Flor, ops, Angelo Antonio, ele vivia de arar terra, fazer filhos e escutar músicas no rádio. Dona Helena, mulher de elástico que pariu 425 rebentos, é interpretada pela Dira Paes, ou Solineuza. Vejam só, Beija-Flor e Solineuza. Não reclamem, já pensou se todos ingressassem no ramo do sertanejo doido dos Camargos?
Voltando ao Chicão, o figura é a coluna cervical do filme, sem dúvida. Aliado a uma boa fotografia e a mais maravilhosa de todas as companhias no cinema, não tinha como dar errado. Se não fosse daqui, estaria num filme italiano, com certeza, aqueles em que caricatos geniais fazem a festa de quem gosta de histórias no cinema.
Mas em uma coisa concordarei com os Camargos. Esse final de semana foi "um pedacinho do céu". Eu não vou negar.

Reparem na foto: à direita a mulher mais linda do Universo. A esquerda, o mar que banha Floripa. Eu de penetra. Isso é um bar, meus caros. Pergunto eu: não é a visão do Paraíso, em qualquer credo da Terra?
Escrito por O Imperador às 13h19
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Paulo de Tarso Genro
- Serás a Pedra Fundamental, Tarso... - Eu??? Não, não sou digno Senhor. Em casa da sogra, Genro nem entra. - Mas Tarso, só tú podes ser a rocha onde firmaremos o... - dá-se um pequeno lapso. - O??? - Aquele negócio... qual o nome? - Sei lá do que você está falando! - Aquele Partido... - Ah sim... mas então, eu não posso. Eu não comungo. Eu sou cristão. - Pera lá! Cristão e não comunga? - Com o Dirça, não divido nem cuia pelando, tchê.
Tempos depois:
- Berzoini, serás a Pedra Fundamental... - Tem como matar velhinhos na fila no INSS?
Escrito por O Imperador às 13h24
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ID7
*Câmera voa de uma nave espacial, nos confins do Universo*
*Câmera chega à Terra. Azul, clichêzão. Vai até Brasília*
*Câmera foca o Planalto, Congresso Nacional. Corte para a nave espacial*
- Dhkhkdha hlkofho hehuahi.
Tecla SAP: Desencana. Eles já trabalham na destruição da Terra.
Escrito por O Imperador às 12h59
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Escutem só, é o som da vitória...
Seis é o número cabalístico para se aprender um ofício, diz o Grão Tucano Júnior.
Assim sendo, ontem fomos pela sexta vez jogar sinuca. Eu estava apreensivo, esperava uma derrota retumbante, afinal de contas, o homem da tese segurava o taco opositor.
Porém, quando as nove bolas foram postas à mesa, senti que algo seria diferente aquela noite. Um minuto depois a sensação se fez vera: a bola nove já tinha caído, fato este que dá a vitória a quem derrubou, independente de quantas bolas estejam sobre o pano verde.
Algum tempo depois, o placar marcava Júlio 11, Júnior 4. Nem a base governista conseguiu apanhar tanto quanto o figura ontem.
Desiludido com o governo Lula, a vida e o mundo dos esportes, Júnior decidiu que era hora de disputar a peleja no par ou ímpar. Após três partidas, o placar marcava duas vitórias para este e uma para o Tucanão Marreco. Numa cara de pau de corar o Éfe Agá, ele soltou a pérola:
- Mas essa foi disputada, vai...
Taí (olha só!!!), para alguém em estado terminal, espinha na cara dos outros é tumor maligno.
Mas a da noite foi a conversa protagonizada por este e ELA:
- Achei tão lindo você dizendo "eu te amo" hoje...
- Júlio seu bobo! Tudo que eu digo você acha lindo... se eu disser "Casas Bahia" você vai achar lindo!
- Ounnnnnnnnnnn que lindinha!
E escorre o doce que, como bem lembrou Dona Rose, mata diabético só de olhar. :o)
Escrito por O Imperador às 12h50
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Adivinhem quem veio para jantar
De tanto ser falado por estas bandas, o supracitado resolveu me adicionar no orkut...

Escrito por O Imperador às 14h16
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