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Contra burguês, aqui procês! *Pedidos sem pé nem cabeça*
Eu, se tivesse um dedo ausente e fosse presidente, mandaria o president Henrique Meirelles embora. Se de banco o larápio goiano entende, por que tanto tempo de greve bancária?
Escrito por O Imperador às 13h57
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Voltando à programação normal... infelizmente.
Ontem eu não vi o debate por completo. Peguei o final para mais uma vez atestar a caradurice do Maluf, o mau humor da Marta, a eloqüência acadêmica e enfadonha (olha só quem fala) do Serra, a prolixidade Paulinho, o frenesi de Erundina (o pito dela no Palocci deu-me orgasmos. Quem sente orgasmos ao ver a Erundina falando??!!??) e o "sei-lá-que-definição" Ciro Moura (o mártir do funcionalismo público que "arregou", como diria meu sobrinho, para a Globo).
Enquanto isso, o SBT transmitia "Star Wars - The Empire Strikes Back" (antes que me venham com piadas fúteis, não era o debate Kerry vs. Bush). Fantasia por fantasia, sou mais Vader que Maluf.
Escrito por O Imperador às 13h53
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Fora do ar...
Em virtude do excesso de trabalho e da ansiedade para assitir Kill Bill Vol.2, peço desculpas a minha meia dúzia de leitores (que não são os do Xexéo, do Veríssimo nem do Agamenom) pela falta de atualização neste blog. Em breve voltaremos com a programação normal. Infelizmente.
Escrito por O Imperador às 13h11
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A famosa música do gás
Beethoven, quando compôs a magnífica Für Elise, nunca pensou que sua música seria deturpada pelo caminhão do gás. Afinal de contas, como a tão bela canção, executada sempre de forma sempiterna ao piano, seria depois agregada ao motivo de chacota dos caminhões da Agip.
Lá estavamos no churrasco confraternizante dos alunos do 3º ano de jornalismo da S. Judas quando escuto dos primeiro acordes da balada citada. Corri tal qual um louco para cima do piano. Rogério Castilho, opositor-mor, executava a canção.
Cheguei clamando por aprender a tocar Für Elise. Devidamente acompanhado pelas músicas de Zeca Pagodinho, entoei os primeiros acordes. Quarenta minutos depois, já estava:
Tã tã tã tã tã tarantaran...
Depois disso, sou um homem meio realizado. Ainda falta dar um tapa na cara da Hebe para ter minha vida completa.
Escrito por O Imperador às 14h15
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Dialética interna
Depois de ver o Gorbatchev fazendo comercial da Pizza Hutt, achei que nunca mais vera um processo de dialética (lembrem do Marx, tese, antítese e síntese) tão latente no mundo. Aí vem o Lech Walesa, na Folha de S. Paulo de domingo, dizer que apóia o Bush na nefanda Guerra (sic) do Iraque. Para situar, Walesa foi aquele que ganhou Prêmio Nobel da Paz, após derrotar a ditadura counista na Polônia. Segundo ele, como católico fervoroso, suas ações são pautadas para que no pós-morte ele não vá ao inferno, consequentemente, de encontro com Lênin e Stálin. Depois desta declaração de,apoio à Bush, já até imagino aquele nefasto sorriso bigodudo do georgiano, abraçado ao capeta.
Escrito por O Imperador às 13h16
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Na falta do que falar, falemos de cinema.
Vi grandes diretores, contemporâneos a mim, realizarem obras estupendas atrás das câmeras. Apesra de ainda novo vi crescer o império dos Corleone pelas mãos de Scorcese. Vi Spielberg tornar-se um dos gênios-mor da arte de guiar uma câmera. Quentin Tarantino, Ridley Scott, Sam Mendes, Christopher Nolan e outros encabeçam a lista. Mas o que mais me intriga, disparado, é M. Night Shyamalan.
Dono de um terror extremamente psicológico, Shyamalan é um diretor que sabe nos mostrar o medo e depois dizer "isto é parte de seu subconsciente". Sim pois, junto com este terror subjetivo, acompanha-se uma história paralela as vezes mais interessante. Reassistindo Sinais durante este final de semana, dei nova leitura ao filme, como sempre acontece com os filme do diretor.
De suas quatro obras mais famosas (Sexto Sentido, Corpo Fechado, Sinais e A Vila) considero os dois últimos títulos entre as melhores "parábolas de terror" do cinema. A busca incessante pela fé mesmo quando dela se descredita (ok, não tenho moral para isso, mas é o que o filme passa, oras) e o relato do medo neste período nefasto de George W. Bush fazem de "Sinais" e "A Vila", respectivamente, grandes obras do cinema. "Corpo Fechado" também é um filme magnífico sobre heróis e vilões e a necessidade da convivência mútua entre estes (Belerofonte e Quimera, por exemplo) e cabe ao "Sexto Sentido" o título de "pior filme do Shyamalan" (o que, creiam, não é nada depreciativo), pois entende-se o virtuosismo do enredo nos primeiros trinta minutos ou zanga-se com o final nos últimos dez.
Sinais é realmente um grande filme. E percebe-se a grandeza de Shyamalan nos extras, quando ele mostra seu primeiro filme de "monstros" realizado aos quatorze anos (creio eu). No cinema, o "monstro" é Shyamalan, este misto de Spielberg e Hitchcock. A sétima arte agradece.
Escrito por O Imperador às 12h57
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