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Tuio, tátete teretatá tutitotá
O passar do tempo me impressiona. Até ontem lembro que Lelê tinha poucas olheiras e era magra. Luquinhas, seu filhote, pronunciava para mim a língua to teretetê do título acima, a qual nunca entendia.
Hoje as coisas mudaram. Lelê está cada vez mais gorda, com mais olheiras. É a vida de ongueira e super-mãe, qua ainda arruma tempo para as peripécias absurdas, algumas vezes narradas aqui ou no Subversiva. Pequeno Lucas, que hoje completa três anos, abandonou o teretetê e consegue, agora, falar Anhangabaú sem receio. Já se aventura na selva de pedra que é a escola e ainda arruma tempo para fazer todos em sua casa felizes a beça. Pois é, cada dia estamos mais velhos. E cada dia Lucas está melhor. Que prossiga assim, pequeno grande!
Parabéns e felicidades do cabeça. :o)
Escrito por O Imperador às 14h42
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Ainda sobre Arafat, em tom lúdico.
Sempre lembro da clássica pergunta do "Clube da Luta": Com quem você lutaria?
Eu tenho vários "inimigos": Bruce Lee (do qual, obviamente, apanharia feio), Marx, Madre Teresa, Papa João Paulo II, Keith Richards, Shakespeare, Eric Cantona, Garcia Marquez e Arafat, dentre outros.
Vindo trabalhar, comecei a divagar se o problema do Oriente Médio poderia ser resolvido numa partida de truco (para assegurar o ingresso do Brasil ao Conselho de Segurança na ONU). Seria algo assim:
Sharon olha para Arafat e dispara, após perder a primeira, sem dó:
- Truco!
Arafat, na réplica:
- Meio pau! Judeu porco!
Sharon olha para Bush, que está ao seu lado. O animal texano, adepto do pôquer, olha para o sete de copas e sussura no ouvido de Sharon: "mete nove nesse palestino despatriado"
- Nove! - grita Sharon.
Arafat sorri irônico e diz:
- Doze...
Sharon manda descer e, após uma incandescente luz, Gabriel - o arcanjo - e Alá colam na testa de Sharon e de Bush um pelo e brilhante "zap". E assim todos os judeus mudam para o Vale do Ruhr, na Alemanha.
Devaneios, devaneios.... preciso parar de beber.
Escrito por O Imperador às 11h58
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Pegue o kippah, o Torá e vá para a Paulista...
Caso você seja um porco judeu, para comemorar a morte de um dos poucos homens que ainda representavam uma causa. Mais do que isso, representava a luta de uma nação por sua soberania, usurpada por aqueles que, há alguns anos, sofreram um dos piores massacres da história e transformaram o fato em uma indústria, para encher cada vez mais seus rotundos bolsos de dinheiro alheio.
Agora virão os discursos de paz e caralhadas a quatro. Como pedir paz à uma criança que enfrenta uma das maiores indústria bélicas do mundo com pedras e paus. Como proferir tal palavra enquanto Sharon, Benjamin "Bibi" Neytanehu, Ehud Barak e outros judeus feladasputas, mundo afora, continuam a promover a carnificina de crianças, homens, mulheres e idosos que reinvindicam algo de seu direito: sua nação, sua terra. Que Arafat cuspa na cara de Deus, Jesus, Allah, Abrahão, Issac e outros porcos que servem de signo para a barafunda instaurada no Oriente Médio. E que se fodam os judeus, raça maldita!
Escrito por O Imperador às 12h05
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Uma análise acadêmica sobre a endêmica Suzana Vieira
Eu sei que os leitores, o público alvo e mais uma caralhada de termos publicitários deste blog não assistem as novelas globais. Sei também que um sem número de pessoas que aqui entram assistem mas não contam. Confesso, nobres leitores, sou um desses.
Antes exaltava, assim como metade da população deste país pobre, porém limpinho em alguns lugares, que a novela era "o baluarte da democracia brasileira". Afinal de contas, reune em frente à quadradinha os Matarazzo, os Serra, os Maluf, os Silvas (tanto a parte rica quanto a pobre), os Oliveira e assim vai. Ok, ok, era pequeno, não falei baluarte, mas a palavra é deveras bonita.
Pois bem, dias desses, Lelê e eu vinhamos filosofando sobre as novelas. Em especial sobre Maria do Carmo e, mais em especial sobre Suzana Vieira. Em primeiro lugar, quero já ressaltar que não seria capaz de comê-la. Os motivos estão por vir.
Desde aquela novela em que ela, uma balzaca ao quadrado em vias de chegar ao cubo, dava uns beijos calientes num cara com idade para ser meu irmão mais novo, Suzana tornou-se o maior bicho grilo da história da TV. Afinal de contas, quem filosofa nas horas mais impróprias de forma tão impertinente quanto ela.
Lembro-me de uma cena em que estavam na cama ela, as pelancas, o cobertor e o tal recém-nascido. Pois bem, o moleque louco para dar um tapa na velha, sacodir poeira e mais uma esporrada de metáforas chulas. Suzana e as pelancas lá, viçosas. Aí a bicho grilo-mor começa com papos do tipo "temos que considerar que nosso amor é lindo, pois somos a antítese do amor, e como dizia Marx a luta de classes é o motor da História, e São Francisco que sofreu as chagas de Cristo como um sinal de amor ao Senhor" e outras merdas. Caralhos lhe amaldiçoem. O moleque de piroca em pé tendo de ouvir uma velha balzaca recitar sobre paz, amor, amizade e blá blá bla. Quem quiser meter com ensinamentos sobre estas baboseiras, que dê ou coma o Dalai Lama.
Pensei que tratava-se de uma falha de roteiro, que Suzana não repetiria outra bicho grilo. Mas quase que na sequência me vem o tiro de misericórdia: Maria do Carmo. Retirante nordestina, a mulher construiu sozinha a tal da Vila Vintém, criou quatro filhos e ainda conseguiu dar uma com um jornalista (denegrindo a imagem da classe). Não bastasse isso, Maria do Carmo faz as vezes de encarnação divina, para quem acredita. Tem resposta para tudo, sabe de cor e salteado milhares de lugares-comuns, chavões e pensamentos pocket. Parece uma versão viva daqueles livrinhos que você abre e acha a resposta para o seu dia merda. Ou melhor, ela é um horóscopo ambulante, sempre com respostas estúpidas ou banais sobre problemas como o mercado de ações, a situação das crianças escravas na China ou mesmo o sabor ainda indefinido do croquete do bar da esquina.
É uma chata de galocha como há muito não via na TV. Ou melhor, desde a velha balzaca ao quadrado, quase cubo, que dava pro moleque na outra novela.
Escrito por O Imperador às 12h27
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Exercícios
1) Separe as sílabas:
Alô - mãe - macaco - presidente - puta - que - pariu - constitucional
2) Acentue, quando necessário:
Mae - cu - Araraquara - ladrao - sifilis - noticia
3) Complete com o tempo verbal adequado:
_______ (ir) amanhã, com eles.
Vá se _______ (foder)!
Ele _______ (matou) a cobra e _______ (mostrar) o pau.
4) Faça uma redação, no formato de pirâmide invertida, de no máximo trinta linhas sobre suas férias.
Assim a prova de "português" (sem trocadilhos) ontem. Se você conseguiu realizar os dificílimos testes acima, meus parabéns. Você é mais um aluno aprovado em Redação na Fajuta.
Escrito por O Imperador às 12h17
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Na verdade.
Na verdade a reflexão abaixo era para ter virado um texto sobre o Arafat. Mas como quero falar de coisas felizes, que causem harmonia entre o ser leitor e o mundo a ser narrado que o cerca, falarei da prova de ética.
Ética é uma palavra por si enigmática. Grite ética na redação da Veja e todos correm. No Congresso Nacional, a maioria desconhece. Na faculdade aprendemos, para discussões calorosas sobre homossexualismo, quem come quem, qual a melhor contratação do Timão, etc. Por exemplo, imagine cinco estudantes de jornalismo reunidos na mesa do boteco. O primeiro solta:
- Eu vou comer a loirinha da terceira fileira, aquela de óculos!
Em uníssono, o restante responde:
- É antiético!!
Pronto, silêncio sepulcral no bar. Afinal de contas, quem ousaria bater de frente com tal afirmação. São quatro pessoas esclarecidas contra um. E todos sabemos que quatro contra um é uma bronha de esquerda do Lula.
Sem mais devaneios, minha prova de Ética valeu-me como uma análise freudiana de minha pessoa. Esqueçamos por um momento a mãe, e concentremo-nos no potencial deste em mentir e enrolar o velho professor alheio. Abusei o breve domínio sobre o léxico, ao utilizar termos como "peremptório", "alicerce", "esfera", "galga" e por aí vai. Escrevi impropérios dos quais não lembro metade.
Em suma, enrolei vocês até aqui para dizer, apenas, que escrevi apenas merda na prova.
E isto sim, é um comportamento antiético! Assim sendo, comamos a loirinha da terceira fileira, de óculos!
Escrito por O Imperador às 12h17
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Momento de reflexão
Sua vida está ruim? Agradeça, você poderia ter nascido judeu!
Escrito por O Imperador às 12h08
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Imperador - Versão carne, osso e foto.
Como é de conhecimento público, a super amiga Lelê adquiriu a nova vedete do século XXI: uma máquina fotográfica digital. Assim sendo, algumas vezes realizamos fotos bizarras pelo mundo afora, rompendo com todos os parâmetros cristãos e uma sociedade escravocrata, burocrata e apenas crata. Assim sendo, agora este que vos escreve resolveu postar estas fotos, no fotoblog da UOL, aproveitando a assinatura herdada até o fim dos tempos. Desfrutem, diletos plebeus, dos momentos mais insanos do imperador. In Vino Veritas: o Imperador como os plebeus jamais viram.
PS: o link está ao lado.
Escrito por O Imperador às 09h30
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Entreouvido nos bastidores de sei-lá-onde
Eu li dia desses, num dos blogs que leio diariamente, que a Marta não sabia perder. Foi algo como um parabéns para Kerry, por ter ligado para Bush, após reconhecer sua derrota e tal. O comentário deste texto foi do tipo "E tem gente que não sabe perder" ou próximo disso. Leia-se por gente, Marta Suplicy.
Pois bem, a Veja, aquela mesma, que execra tudo que, por mais infímo que seja, cheire a esquerda, deu a seguinte nota na coluna Radar, box Sobe/Desce:
"Sobe - Marta Suplicy - Pela elegância com que recebeu a derrota, desejando boa sorte a José Serra e agradecendo aos eleitores os 2,5 milhões de votos que recebeu." Para não dizerem que não falei de espinhos, Marta recebe um "Desce" por conta de uma "dívida de 240% de arrecadação, em flagrante desrespeito à Lei de Responsabilidade Fiscal"
Aí, eis que a Folha de São Paulo publica no sábado (06/11), na Coluna Painel:
"Magoei: Maior cidade do país até agora governada pelo PSDB, Osasco, na Grande São Paulo, poderá ter uma transição conturbada. Derrotado nas urnas, o prefeito tucano Celso Giglio não quis nem saber de cumprimentar o vitorioso Emídio de Souza (PT)"
Pois é. Não basta vestir-se de cordeiro. É preciso vestir os outros de lobo também.
Ah, antes que eu esqueça, contaram-me aqui na Sibéria que o futuro prefeito, José Serra, vai diminuir o intervalo do bilhete único de duas horas para mísera meia-hora.
Escrito por O Imperador às 13h04
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