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Adolf Ratzinger
O "Habemus Papam" ecoou na Praça de São Pedro. Pessoas vibravam com a escolha do sumo pontífice. Eis que, pouco depois, descobrimos que um senhor alemão, daqueles com cara de porteiro de campo de concentração, dava o sermão Urbi et orbi para o povo ensandecido pelo Espírito Santo (ou seja, na mais completa falta do que fazer).
Lá estava Joseph Ratzinger assumindo a cadeira como 265º Papa da história. Abandona ali o cargo de presidente da Congregação para a Doutrina da Fé, antes conhecida como Santo Ofício. Isso mesmo meus caros, aquele "Santo Ofício" (adoro a ironia da Igreja) que elaborava listas de livros "proibidos" e queimava "bruxas" e "hereges" na fogueira santa.
Não bastasse, Ratzinger é conhecido como "Panzerkardinal" ou, numa tradução chula de minha parte o "Cardeal Panzer". Para quem não se recorda, as unidades Panzer nazistas eram formadas por tanques em sua maioria, que passavam pelos inimigos tal qual rolo compressor. Taí, rolo compressor do conversadorismo. A Igreja dá um cavalo de pau e volta à idade das trevas (pobres iluministas)
E por falar na patota do Hitler, o novo Papa tem sua juventude umbilicalmente ligada ao Führer. Ratzinger fez parte da esquadra alemã contra os aliados. Abdul Kareem, estudante de jornalismo junto com este (e que futuramente será considerado o "Edward Said do Líbano") partiu em defesa do Papa, dizendo que à época não havia como resistir a ânsia hitlerista que varria a Alemanha. Há uma discordância ímpar no assunto, quando vemos ao longo da história que para tudo há uma oposição. Poucos seguiram impulsionados pela opressão caso não concordassem com o modus operandi de governo qualquer. Como se não bastasse, o Pontífice era participante da Juventude Hitlerista.
Ou seja, se antes havia o "Santo Homem" que colaborava com o genocídio causado pelo vírus HIV na África e que não permitia a cura de algumas efermidades através da pesquisa com células tronco, agora temos o Pio XII da nossa geração, em alusão ao Papa famoso pela cara de mal e pelo seu elo com Hitler e Mussolini.
E como alardeam por aí, que Deus (aposto que "ele", se realmente existir, fica puto de ver aqui seu nome) abençoe Bento XVI.
Escrito por O Imperador às 13h00
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Imprensa (com trocadilhos, por favor)

Escrito por O Imperador às 16h21
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Habemus chucrutum! ou Heil Papam!
Joseph Ratzinger, alemão (entreouvido por aqui como "com cara de assessor do
Führer") é o novo Papa.
Run jews, run!
Enquanto isso, um diálogo pós-moderno:
Rose diz:
a igreja acaba de dar marcha
ré
Leia hoje no Imperador: Nostradamus chuta de
primeira e abre o placar. Mais em www.imperador.zip.net diz:
macha ré ????
Leia hoje no Imperador: Nostradamus chuta de primeira e abre o placar. Mais
em www.imperador.zip.net diz:
Deu cavalo de pau e está voltando
para os medievais...
Leia hoje no Imperador: Nostradamus chuta de primeira e abre o placar. Mais
em www.imperador.zip.net diz:
Bom, no fim, ao menos os judeus vão
tostar!
Escrito por O Imperador às 14h00
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Nostradamus chuta de primeira e abre o placar!
Dia desses conversava sobre profecias. Falava sobre a facilidade de bancar o Nostradamus da vez, algo parecido com o que a mãe Dinah (aliás, onde está você, mãe Dinah?) fazia em programas de culinária na TV. Era sempre o mesmo chute a esmo: "algum famoso vai morrer, alguém será indiciado, algum casamento abalará os alicerces", essas coisas.
Confesso que não os culpo de charlatanismo, uma vez que o pai dos proféticos era outro enganador de finesse. Sempre me vem à memória a profecia de Nostradamus (aqui escrita incorretamente por conta da fraca memória, mas que de forma alguma perde o sentido informativo da previsão [sic]) sobre a final da Copa da França de 98 (!!!):
"Na terra onde cabeças rolaram (França), aquele que um dia foi rei não mais será (Ronaldo Fenômeno) e os subjugados vencerão (franceses)".
Como a audácia permite, posso elucubrar outros significados para o pré-destino de Nostradamus. Vejam só:
"Na terra onde cabeças rolaram (Esplanada dos Ministérios), aquele que um dia foi rei não mais será (José Dirceu) e os subjugados vencerão (Severino)".
Viram só como é fácil. Pensando nisso, eu que sou mais atrevido do que as moças por mim bulinadas imaginam, vou realizar uma profecia. Quem sabe um dia os arquivos deste blog caiam em alguma mão pérfida o suficiente para ganhar dinheiro com esta joça. Lá vai o chute:
"Onde impera a má funcionalidade (São Judas), aquele aculnhado desgastado e sofrido (este que vos escreve), reinará sobre a glória dos montes (seios da gostosa da [insira um nome aqui], estudante da pocilga), e introduzirá (auto-explicativo) a verdadeira Justiça entre os seus (vou sair contando para meio mundo)".
Quando for encontrado através do Google, daqui a séculos, vai ser algo do tipo:
"Onde impera a má funcionalidade (Brasil), aquele aculnhado desgastado e sofrido (qualquer um antenado com movimentos socais), reinará sobre a glória dos montes (Serra da Canastra???), e introduzirá (sem trocadilhos) a verdadeira Justiça entre os seus (igualdade social)".
Vou aprimorar a coisa. Quem sabe rende uma grana ou, na pior das hipóteses, eu apareço ao lado na Ana Maria Braga. Pensando bem, melhor nem arriscar.
Escrito por O Imperador às 13h02
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A Secretaria da Cultura deveria ir à (insira palavrão cabeludo aqui)
A Secretaria da Cultura de Sampa deveria ir a um bucólico lugar chamado "Puta que o pariu". Desde a incursão do tucanato nas pradarias áulicas da Paulicéia, vemos diariamente nos jornais que a cultura de Sampa anda as traças. Ora culpa-se a ex-prefeita Marta Suplicy Dolcce e Gabanna. Ora culpa-se o alcaide atual, Josef Serra.
Numa investigação jornalística sem precedente (de tão ruim), resolvi dar uma de Gugu Liberato (sem trocadilhos, pelo amor do Santo Papa) e fazer uma espécie de "Sentindo na pele" cultural. Para isso, muni-me de coragem e lá fui buscar informação na biblioteca Mário de Andrade.
A Mario de Andrade é um prédio localizado numa das regiões mais belas do Centro de Sampa, a Rua Xavier de Toledo. Cercam-na o Vale do Anhangabaú, o Teatro Municipal, a Avenida São Luís e a Rua da Consolação. Ah claro, mendigos, camelôs e muito, mas muito forró de qualidade duvidosa (ou seja, todos) também fazem parte do entorno da biblioteca. É um oásis no meio de vocês sabem o quê.
Pois bem, lá fui a citada biblioteca. O busto de Camões, aquele das histórias maravilhosas mal escritas, ergue-se defronte da instituição. Lá chegando fui informado, em caracteres grandes:
"Não tiramos xerox".
Mas espere um pouco: aquela porra daquela biblioteca não serve, essencialmente, para consulta? Sim, porque na Mário de Andrade da Xavier de Toledo é impossível sair com um livro. Lá também há periódicos como referência mas, graças a enficiência da nossa Secretaria, você deve olhar, decorar e, com muita sorte, entregar seu trabalho sem demonstrar seu material de consulta. Ah claro, de alguma forma estupidamente lusitana (racismo?) você pode levar uma câmera de vídeo e filmar as páginas do livro que irá consultar. Até mesmo dos jornais, quem sabe (caralhos, como não pensei nisso antes?!).
Desisti daquela merda e fui para o Centro Cultural, esse sim um pólo catalisador do que há de acessível na cultura Paulistana. Fincado numa das melhores localizações de Sampa, ele está a menos de dez minutos da Avenida Paulista, Meca do "o que há" aqui na Paulicéia. Lá achei um material soberbo, e terei de voltar no mínimo cinco vezes para completar a busca. Estranhamente, o Centro Cultural também está protegido sob as asas da Secretaria da Cultura de Sampa.
Perguntando a uma funcionária sobre as diferenças entre uma biblioteca e outra (sem entrar no cerne que o Centro Cultural também tem shows, exposições e, pela estrutura, abrigaria até um cinezinho pornô de tão legal que é lá), a moça não pestanejou para responder:
- Tem gente que é um pouco ignorante, não sabe atender.
Tem razão. O Secretário da Cultura é o primeiro da lista, disparado.
Escrito por O Imperador às 13h04
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