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Fídel e Chávez? Não, não conheço.
Você pode odiar o presidente da Venezuela, Hugo Chávez. Você pode abominar o presidente cubano, Fidel Castro. Mas não pode dizer, com total convicção, que não adora quando eles botam para fuder com os EUA, como agora com a tal da Alba (Alternativa Bolivariana para as Américas) em contraponto à Alca (Área de Livre Comércio das Américas). Como se não bastasse a idéia do trocadilho, Chávez e Fidel esperaram a visita da Secretária de Estado dos EUA, a peruquenta Condeleezza Rice, para anunciar o plano que, segundo seus idealizadores, "mostrará o que é uma integração justa, em benefício dos dois povos".
Se vai dar certo ou não, só Marx sabe. Mas eu doaria esperma durante um anos para ver Condi, enquanto tira a peruca, assistir ao notíciario e gritar "What the fuck...". E para ver a cara do presidente Bush, sonsa como sempre, perguntando:
- Who are those guys??
Escrito por O Imperador às 13h14
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Nem tudo que reluz é Lula/Serra
Soa à sarcasmo, daqueles maquiavélicos, a mais recente declaração do mandatário da nação acerca de traseiros e juros. Afinal, o presidente eleito com o maior número de votos na história da democracia brasileira não tem a famosa "envergadura moral" para culpar o povo de inépcia, enquanto seus ministros fazem da Esplanada um filme do famoso grupo de humor Monthy Phyton (perdão aos ingleses pela alusão, já que são infinitamente melhores do que os palacianos).
Além do mais, no seio de sua política econômica, Lula dá margem a sujeitos cujos traseiros já encontram-se em estado de putrefação (daquelas de podridão mórbida), facínoras à serviço da entidade sempiterna "mercado" que lixam-se para o país em prol do maléfico superávit primário. É o coro do mais profundo dos infernos regendo o povo tal qual o chefe Lúcifer emprega os castigos no andar de baixo, segundo as crendices religiosas.
Aqui na Paulicéia, o saco de maldades também anda sem fim. Recentemente o alcaide de Sampa, José Serra, declarou que as famigeradas "escolas de lata" são melhores do que as que ele estudou quando criança. Mas espere um pouco. Entre, meu caro leitor, no Google e procure declarações do à época candidato à Prefeitura de São Paulo sobre as escolas de lata. Mas vá com calma, pois o resultado é simplesmente estarrecedor, tamanha a convicção com que Josef Serra condena o uso de tais escolas, direcionando a todos os pontos da rosa dos ventos sua vontade de exterminar com esse desserviço a educação.
Não bastasse isso, mais uma facada na Cultura foi perpretrada pela equipe do Josef Serra. Facada daquelas de invejar grandes carrascos do mundo, funcionários-padrão de Auschwitx, Gulags e Guantánamo. Dona Rosa é uma senhora que nasceu no Teatro Municipal. Sim, literalmente. Seu pai e avô ajudaram a construir um dos monumentos mais bonitos da nossa cidade. Dona Rosa viveu o clima do Municipal por mais de duas décadas, pois morava dentro do teatro até 1954. em 1994 um problema pessoal fez Dona Rosa prometer que nunca mais voltaria, promessa essa revogada em 2001 por insistência de um amigo.
Assim sendo, Dona Rosa sugeriu trabalhar como uma espécie de guia dentro do Municipal. A gestão da ex-prefeita Marta Suplicy aprovou a idéia (provavelmente pelo fato ímpar de que Dona Rosa trabalhava de graça!). Isso deu-se até outubto do ano passado, quando Dona Rosa foi obrigada para interromper seu trabalho por conta das obras de manutenção do teatro.
Agora vejam, meus caros, como funciona o saco de maldades do tucanato para com a cultura de Sampa. Desde que o prefeito assumiu, Dona Rosa pleiteia a volta aos seu espaço, onde é conhecida e admirada por todos, não por misericórdia, mas sim pelo seu conhecimento na história do Municipal (tendo até lições de piano corrigidas pelo compositor Villa-Lobos). Até agora, nem negativas a senhora recebeu.
Enquanto isso Lula e Serra fazem beicinho na mídia, ora pela falta de paciência (isso, levantemos os traseiros!) da população, ora para culpar gestões anteriores.
Escrito por O Imperador às 12h54
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Mira, el Negrito chutou la pelota en la câmera!
A propaganda institucional da Rede Globo (ou "Festão da Firma", como muito bem definiu a Bia Abramo), em comemoração aos seus 40 anos de desserviços crassos a nação, mostrou anteontem o quão estranho e dúbio é este demônio que faz plim-plim.
O trecho que relatava as peripécias jornalísticas da Vênus Platinada em suas 4 décadas de vida mostrou aquilo que toda empresa, quando propagandeia seu produto, mostraria. Tivemos o primeiro JN, coberturas via satélite de posses dos pontífices, dos presidentes que caíram e/ou subiram, de regimes que definharam.
Estranho, porém, foi a turma do plim-plim não narrar sua participação nos anos de chumbo. É claro que você, nobre leitor, está pensando "Júlio, teu puto, a merda da imprensa não era livre à época. A Globo fazia o que fazia para sobreviver". Mesmo assim, a Globo cresceu absurdamente durante os anos de quartelada do país. Mesmo com histórias como Dr. Roberto Marinho e seus comunistas intocáveis, entoou-se a quem quisesse ouvir que o povo não era bobo.
Mas o mais engraçado dessa odisséia para restaurar a imagem global deu-se ontem, no jogo Brasil e Guatemala. A partida tinha tudo para fuder com a idéia de comemoração da Rede Globo, uma vez que nós paulistanos somos suficientemente espertos para não cair na bobagem de homenagear uma TV que tem seus jogos narrados pela anta magna, Galvão Bueno.
Assim sendo, o povão da Paulicéia não pensou duas vezes e saudou o nobre narrador (sic) com a alcunha, merecida, de "Galvão viado". Ouve também, em uníssono um "Galvão, pede demissão" e o melhor e mais impagável de todos, "SBT" (acabaram de me contar por aqui que também rolou um "Silvio Santos vem aí"). Sem contar que metade da nação torceu horrores para que o Grafite (logo ele!) chutasse longe a bola e acertasse a câmera nova e inútil da Vênus que sobrevoa o campo por meio de cabos instalados à 40 metros do chão (um dos recursos mais idiotas já utilizados em uma rede de TV brasileira).
Ah, e ao final a humilde emissora carioca deu ao técnico (sic) da seleção brasileira, Carlos Alberto Parreira, um troféu e uma medalha especial dos 40 anos da Rede Globo.
*Minha Nossa Senhora do Caralho Alado!*
Juro que visualizei um 2 a 1 roubado para a seleção guatemalteca. E a cara de rego de todos da Globo, tendo de dar o troféu para o inóspito país diante de inóspito resultado. Aí sim seria festa de verdade.
Escrito por O Imperador às 12h56
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Para bom entendedor, limão já é caipirinha...
Safada e dada a liturgias diz: Júlio, você não quer me comer não??? Vou deixar você doidinho...
Júlio, casto e angelical diz: Bôra... que você vai fazer de bom???
Safada e dada a liturgias diz: Ai... vou te chupar... dar pra você a noite toda sem parar...
Júlio, casto e angelical diz: Hum... e do que você gosta???
Safada e dada a liturgias diz: Aí meô... gosto de chocolate, arroz, feijão e batata-frita com bife, filmes da Meg Ryan e do Jota Quest...
Júlio, casto e angelical diz: ¬¬
Escrito por O Imperador às 13h14
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